Domingo, 28 de Junho de 2009
Decorreu, ontem, 27 de Junho em Chão de Couce, junto à igreja, a festa de apresentação da candidata à Assembleia de Freguesia, Filomena Jorge.
Com a presença de António José Domingues (candidatao à Câmra Municipal), de Teresa Fernandes (candidata à Assembleia Municipal)de apoiantes e de outros candidatos, Filomena Jorge apresentou-se como a candidata que quer mudar o estado das coisas em Chão de Couce e acabar com a política de interesses que se tem instalado na Freguesia.
O nosso camarada, António José Domingues, candidato à Câmara Municipal, enumerou algumas das medidas económicas de apoio às famílias que pretende implementar no caso de ser eleito. Medidas simples, por exemplo a de redução dos impostos, que pouco reflexo têm nas contas do executivo camarário, mas com grande impacto nas finanças familiares.
A festa terminou com um beberete e música.
Ficam as fotografias.
A candidata Filomena Jorge

Os candidatos António José Domingues e Filomena Jorge

Os 3 candidatos aos órgãos autárquicos

Aspecto do beberete
(Ver mais em http://maisporansiao.com/)
Sexta-feira, 26 de Junho de 2009
Sessão pública de apresentação de candidatos
Realiza-se no próximo sábado, 27 de Junho, em Chão de Couce, a primeira sessão pública de apresentação dos candidatos às oito Juntas de Freguesia do concelho de Ansião.
O evento/convívio, dirigido essencialmente à população local, terá lugar às 17:30 horas e contará com a presença do candidato à Câmara Municipal de Ansião, António José Domingues.
As sessões prosseguem nas freguesias de Alvorge (11 de Julho), Lagarteira e Torre de
Vale de Todos (12 de Julho, às 16:30 e 18 horas, respectivamente). No dia 19 de Julho
a sessão está prevista para a freguesia de Avelar, seguindo-se Santiago da Guarda e
Pousaflores (26 de Julho, às 16:30 e 18 horas). A iniciativa culminará a 2 de Agosto na
freguesia de Ansião.

Entretanto, já estão instalados em diversos locais do concelho os primeiros outdoors
de campanha, com vista a dar a conhecer aos ansianenses a candidatura de António
José Domingues à Câmara Municipal, através do slogan “Mais por Ansião”.
Sexta-feira, 19 de Junho de 2009
Face aos acontecimentos recentemente verificados relativamente à actual situação da Cooperativa de Avicultores do Concelho de Ansião (CAVICAN), o Secretariado da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista de Ansião torna público:
A sua solidariedade para com as populações que se manifestaram preocupadas com questões ambientais e de saúde pública inerentes de uma eventual instalação de uma unidade de tratamento de resíduos não banais nas instalações da CAVICAN.
Apesar de reconhecer que só aos cooperantes cabe decidir sobre a gestão e o futuro da CAVICAN, o Partido Socialista de Ansião considera fundamental que seja mantido o objectivo para que a mesma foi criada, ou seja, o tratamento de efluentes das explorações avícolas existentes no concelho e na região. Recorde-se que os problemas ambientais resultantes da deposição de dejectos de aviários a céu aberto sempre mereceram uma atenção especial por parte do PS de Ansião, exigindo das autoridades competentes resolução para os casos verificados, como aconteceu, por exemplo, com a situação ocorrida no Casal dos Sousas (freguesia de Ansião).
O Secretariado da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista de Ansião apela, tanto à direcção da CAVICAN como à Câmara Municipal, que seja prestado um cabal esclarecimento sobre todo o processo alusivo ao futuro daquela unidade, para total tranquilidade da população.
O PS de Ansião, para além de estar atento ao cumprimento de todos os requisitos legais estabelecidos na legislação aplicável, garante que continuará vigilante quanto à situação da CAVICAN, para garantir a prossecução do seu papel primordial como unidade de tratamento de efluentes das explorações avícolas, um projecto considerado como uma mais-valia ambiental para o Concelho.
Sexta-feira, 5 de Junho de 2009
Nunca tive pelos números aquela paixão desmedida e sofrega. Na escola, desde os primeiros anos, que fui temendo a dor da palmatória entoada em queixosa cantilena numérica e lá me ia afeiçoando às contas que custavam a entrar, principalmente quando tudo parecia a subtrair e eu teimava em somar umas quantas letras, que só mais tarde entendi que se encaixavam em perfeição com os números.
O que poderia ser utilizado para definir o que não se sabia e se procurava encontrar, senão uma letra, pois que um número é, por demais evidente, pleno de objectividade e certeza.
Fui sempre um aluno mediano na relação com os números, mas assaz esforçado, porque sempre me dediquei com afinco aos mais difíceis desafios. E os da aritmética não foram, durante os meus anos de estudante os mais fáceis, se comparados com outras matérias. 
Hoje, perante os desafios de uma vida sempre exigente, pragmática e rigorosa, reconheço como úteis as horas passadas em luta com sebentas e exercícios, para cumprir os objectivos pretendidos. Andei indeciso, entre a história e a filosofia e acabei por me render à numerologia de uma vida feita entre contas, débitos e créditos, balanços e resultados. Muitos números somados horas a fio e horas subtraídas ao aconchego do descanso, tantas vezes, na ânsia infinita de chegar ao resultado ideal, sem que isso tenha, sempre, acontecido. Mas isso, certamente, não é problema dos números, é de quem inabilmente os trata e com eles diligencia. Ossos do ofício, soi dizer-se! Habituei-me aos números e aprendi a gostar deles, a olhá-los como se olha o sol pela manhã, em dias em que o peito nos pede um sonho por realizar. E tenho vindo a descobrir que tudo, irremediavelmente tudo, se traduz numericamente; como estas mal-amadas declarações de impostos, aqui ao lado, a mostrarem-me os dentes de descontentamento, que, ano após ano, entregamos (e ainda bem que agora, por meios electrónicos), na esperança que os números nos sorriam no fim de todas as contas. 
Mas uma coisa descobri, ao fim de todos estes anos a lidar com números; os números não sorriem. Os números são frios e calculistas, os números não enganam, são, simplesmente, números. Verdadeiros? Às vezes! Mas oportunistas, inconvenientes, falsos, tantas vezes. São manipuláveis? São! É esta a única parecença com as pessoas. Coitados dos números. Penso, sempre, como se devem sentir infelizes, desgraçados, impotentes quando, manipulados, não expressam aquilo que verdadeiramente deveriam indicar ou quando, consistentemente, não expressam o que todos, os ansiosos “numerólogos”, ansiavam que indicassem. 
Amargurado e apreensivo também eu me encontro, pois que ao olhar, para as contas do meu município dei-me conta, que o “meu” passivo municipal equivale a uns mil, cento e tal euros, ora como lá em casa somos cinco, são cinco mil e tal euros o “passivo” familiar. É aqui precisamente, nesta situação, que não se aplica o velho provérbio popular, “quantos mais são, menos valem”. Como hei-de explicar lá em casa que o activo que somos todos nós, enferma de um passivo sistémico, com algumas décadas de existência, que nem dois subsídios de férias ajudam a resolver? Já não há, pois, solução para este ano e para os próximos, dificilmente, que o tempo é de crise. Há, sim, uma triste sina nos números. 
Mas há, vejamos o lado positivo da coisa, também um certo encantamento e positividade. Aliás os números desde sempre estiveram ligados a um certo misticismo, nem sempre negativo, tantas vezes positivo e anímico. Sempre que a bolsa sobe o Amorim sorri, agora menos (por causa da bolsa!), mas continua a sorrir, enquanto muitos, mesmo vendo a bolsa a subir, não têm vontade alguma de sorrir, que amarga é a crueza dos números, de poucos dígitos, no final de cada mês. 
É que os números têm uma certa essência e vibração que não é sentida da mesma forma por todos. Mas os números são a essência de tudo. Toda esta razão já enunciava Pitágoras, quando dizia que todas as coisas se assemelham aos números. Eu, cá, sempre gostei dos números perfeitos. Aliás, como gosto e como são perfeitos aqueles que semanalmente entrego no café Valente, na infinita crença que um dia acabem por ser tão perfeitos que me façam de tanta perfeição sorrir. Até hoje, esse gesto, apenas me tem feito sair uns quantos números da carteira. Mas porque há um certo misticismo nos números, quero acreditar que aos maus (números) seremos capazes de os debelar, e que dos bons (números) esperemos melhores frutos doravante. (António José Domingues, candidato do PS à Câmara Municipal de Ansião)

(Imagens tiradas da net)
Terça-feira, 2 de Junho de 2009
Pela primeira vez na história do concelho, temos uma JS oficialmente eleita, a JS foi criada no âmbito de um PS cada vez mais forte e mais jovem, e com a necessidade de possuir um órgão que favoreça e promova a sua juventude.
Os nossos objectivos primordiais são termos uma JS que não seja apenas uma “máquina de fazer votos”, mas que seja também um órgão que sirva a juventude do concelho e que dê oportunidade aos jovens deste concelho para mostrarem aquilo que valem.
Não pretendemos ser um órgão passivo, mas sim um órgão activo que tenha capacidade de influenciar tudo o que se passa no partido e no concelho pois achamos que só assim se consegue ter um partido forte.
O coordenador da JS de Ansião, Paulo Bruno Marques, no seu gabinete
Defendemos uma participação activa dos jovens do concelho na vida política, pelo que somos favoráveis à criação dos instrumentos fomentadores e propiciadores de uma maior e melhor intervenção política dos jovens, como, por exemplo, os Conselhos Municipais de Juventude. Queremos, por essa via, abrir o “apetite” dos jovens pela política, e promover uma atitude crítica nos jovens que tantas vezes carecem desta aptidão.
Achamos que a JS pode ser um meio de fazer chegar os princípios socialistas e as suas ideias às famílias do concelho através dos jovens, uma vez que sabemos que estamos num concelho difícil que muitas vezes desconhece sequer as propostas dos partidos.
Estamos num concelho onde infelizmente se assiste muitas vezes a um voto por “hábito”, ou seja vota-se porque sempre assim se votou, ou porque os pais sempre assim votaram ou porque o amigo assim votou.
Um dos objectivos da JS é mudar este cenário, e fazer com que cada vez mais as pessoas votem num determinado partido por causa dos seus princípios, das suas propostas e dos seus ideais. Para nós isso já era uma vitória!
A JS encontra-se em crescimento exponencial, no entanto nós pretendemos que os nossos membros não estejam na JS por estar, como já dissemos atrás, mas sim porque acreditam nos princípios socialistas, e porque querem ter uma voz activa em tudo o que se passa no partido e no concelho de Ansião.
Pretendemos também ter uma atitude positiva com os outros partidos, fazendo apenas críticas construtivas e não destrutivas, fazendo críticas quando necessário mas também fazendo elogios se as situações assim o permitirem.
Nós queremos ser uma mais-valia para os habitantes do concelho, para o partido, e sobretudo para os jovens do concelho, onde pretendemos ser uma referência política e partidária.
É nos jovens que reside o poder e a vontade da mudança!
A mudança começa nos jovens!
Viva JS, Viva PS e Viva Ansião
(Paulo Bruno Marques)